Santiago, uma roubada?

Pelo menos uma: euzinha. No dia seguinte ao da minha chegada. É, foi duro, quando percebi a bolsa rasgada passei da incredulidade à auto-recriminição, vergonha, revolta, a vontade era, mesmo com prejuízo, pegar o avião e voltar para casa. Mas bolsa rasgada, isso não acontece só com senhorinhas idosas, já cheguei lá??!!

Agarradinha à bolsa, presente do meu filho...

 

Ficou a lição: nunca descuidar das mesmas normas de segurança que sigo onde moro, no Rio, por maior que seja a sensação de segurança do lugar. O policiamento no centro de Santiago, principalmente nos Paseos Ahumada e Estado, é ostensivo, mas mesmo assim não consegue resolver o problema.

Após toda a amolação com registro de ocorrência policial (eles têm uma unidade móvel – um trailer – na Plaza de Armas), ligações para a minha gerente e para a Mastercard para a solicitação de cartão emergencial e bloqueio, finalmente voltamos ao nosso apart hotel e pudemos refletir. Já era quase noite e o dia parecia totalmente perdido. Foi então que o meu marido sugeriu que agradecessemos a Deus pela experiência pela qual havíamos passado. E foi o que eu fiz, com toda a humildade, chorando um pouquinho. A partir daí, tudo mudou, minha visão dos acontecimentos, a perspectiva era outra. Saímos para jantar e tivemos uma noite maravilhosa.

Jantando no excelente "Como água para Chocolate"

 

Santiago, linda capital do Chile. Com muita beleza, excelente infra-estrutura e também problemas. Só as “cidades” da Disneyworld não têm problemas, afinal… Adorei minha visita e voltarei.

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Roteiro musical

Todo ano é a mesma coisa: quando começo a olhar a minha listinha de lugares “a conhecer” e tento decidir quais serão os escolhidos para aquele período, páro, penso, pesquiso, converso com o marido, leio diversos blogs e… empaco. Pobre sofre!!

Este ano coloquei na minha cabeça que meu roteiro partirá do meu desejo de assistir a algum festival de música clássica na Europa. Já vi muitos roteiros gastronômicos, os jovens fazem intercâmbios para aprender ou aperfeiçoar uma língua estrangeira, enfim, não deve sequer ser novidade esse tipo de roteiro que desejo planejar.

Problema: faço questão de fazer tudo sozinha, isto é, sem a ajuda de agências de viagem. Perguntei a amigos musicistas sobre festivais europeus de música clássica e conferi no nosso amigo google e parece-me que o mais viável, não somente pela excepcional localização mas pela época (meados de setembro a outubro, baixa estação), é o que acontece na cidade francesa de Besançon , na região de Franche-Comté.

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Neste mapa, que é o início do meu planejamento, há três cidades e duas não fazem parte do roteiro musical, Dijon e Beaune; mas afinal, já que estamos na região da Borgonha, por que não conhecê-las? Entre estas cidades existem várias vilazinhas medievais maravilhosas. Claro que eu já apelei para a “ajuda dos universitários” neste post do Viaje na Viagem.

E já que é um roteiro musical, por que não incluir Viena? Como a Áustria não faz fronteira com a França, não seria uma boa idéia escolher algumas cidades alemãs para visitar? Já vi que, desse jeito, 30 dias não serão suficientes. Bem, agora começa a pesquisa pra desenvolver o roteiro e torná-lo viável e prazeroso, com o melhor custo/benefício possível.

Alguém se oferece para me ajudar?

Que 2011 traga roteiros maravilhosos para todos!

O Dono da Festa

Hoje comemoramos o aniversário do nosso Rei. Ele é o dono da festa. Mas é Ele quem nos presenteia, diariamente, com alegria e paz!

Uma pequena idéia desse imenso presente que nos foi ofertado há cerca de 2.000 anos atrás está nesta poesia de
Myrtes Mathias:

O GRANDE PRESENTE

 

Senhor,

lembro-me daquela noite em Belém quando chegaste,

frágil criança envolta em panos.

Nem um sapatinho de lã

Nem mesmo uma camisolinha sem mangas

Santo exemplo

Sagrado mistério

Doce milagre.

Toda a Onipotência

Toda a Eternidade

Aprisionadas num corpo de criança

De uma criança envolta em panos.

 

E hoje, quem não tem vinho?

Não tem castanha?

Não tem Natal ?!

 

Que foi feito do Grande Presente?

 

No teu Natal, Senhor,

Ensina-me a palavra certa

Para repeti-la aos homens cansados

Às mulheres tristes,

às crianças sem amor.

 

Leva-me aos hospitais

Para dizer que tens nas mãos a maior das cicatrizes,

porque é a ferida de toda a humanidade;

Às mulheres sem nome, para dizer que não as condenas;

Aos encarcerados, para dizer que és o Grande Advogado;

Aos pobres, para dizer e proclamar que nasceste numa estrebaria.

 

É teu Natal, Criança de Belém!

É teu Natal!

Que haja um sorriso em cada face,

um brilho em cada olhar,

Porque a todos foi oferecido o Grande Presente,

O Supremo Presente,

Que és Tu mesmo nascendo em cada coração!

 

Queridos amigos, desejo-lhes um maravilhoso Natal!

 

 

 

 

 

Relaxando em Vancouver e Victoria

Planejar uma viagem é essencial para aproveitar ao máximo cada cidade/região visitada, qualquer que seja o seu objetivo. Confesso que não fiz o meu dever de casa direito nessa viagem. Saí do Brasil sabendo que os 3 dias que tinha reservado para Vancouver não seriam suficientes, mas estava numa queda de braço com a CVC, que havia errado a minha reserva, e não quis fazer a alteração dos bilhetes, mas isso é outra história.

Fato é que chegamos a uma cidade deslumbrante e não tínhamos tempo para tudo o que queríamos ver. Conversei com o marido e decidimos que 1 dia seria dedicado a Victoria, capital da província, e nos outros 2, em Vancouver, relaxaríamos. Isso mesmo. Sem compromisso de madrugar, andar o dia inteiro e dormir tarde, naquele afã de ver o máximo.

Passeamos muito pela Gastown, lugar onde surgiu a cidade, e que estava bem pertinho do nosso hotel. A Water Street, a principal da região, tem ruas pavimentadas de pedras (para meu desespero, quando estava arrumadinha, de salto) e lâmpadas a gás, com muitas lojinhas e cafés charmosos. Mas o mais interessante é o relógio a vapor, que toca a cada 15 minutos – um charme, é do século XIX. Na primeira noite, procurando um lugarzinho BBB pra comer, topei com a Old Spaghetti Factory, que pratos gostosos! Ao final da refeição, a simpática garçonete perguntou se eu aceitava sorvete e eu já ia dizendo que não, quando ela esclareceu – “está incluído…” ôpa, então vamos provar o sorvete!!

Vancouver, como várias outras cidades, também tem a sua Chinatown. Na minha opinião, esta é bem mais interessante que a de Nova York, mas tenha um certo cuidado ao circular por suas ruas e naquelas que dão acesso, o ambiente é um pouco pesado.

Portal da Chinatown, uma charme

Dr. Sun Yat-sen Classical Chinese Garden

O Dr. Sun Yat-sen Park é um jardim chinês, na verdade o primeiro jardim da dinastia Ming em tamanho real construído fora da China. Super relaxante… Para a sua construção, mais de 50 artesãos vieram de Suzhou, Cidade Jardim da China. Imperdível.

 Stanley Park é o lugar para onde todos convergem em busca de lazer. Ali pode-se alugar bicicletas, caminhar em trilhas, observar a beleza do porto English Bay e admirar as montanhas da costa, nos dias claros. Infelizmente, na foto, não dá pra observar as montanhas, pois estava nublado. Dentro do parque, o  Aquário de Vancouver é ótimo, vale e muito a visita.

English Bay, Stanley Park

Réptil proveniente da floresta amazônica, no Vancouver Aquarium

Beluga

Durante a viagem não alugamos carro o tempo inteiro pois não havia necessidade, nas cidades maiores poderia até atrapalhar; nas Rochosas, entretanto, foi fundamental e ajudou muito. Agora, para visitar a ilha Victoria, tínhamos que decidir se seria ou não vantajoso alugar. Como eu sou um pouquinho (han, han…) comodista, não analisei muito as outras opções, mas o sistema de transporte público em Vancouver é excelente. Fato é que, chegando ao ferry que nos levaria a Victoria, tivemos uma grande surpresa; na verdade eu achava que seria algo parecido com a balsa que fazia a travessia entre Santos e Guarujá, velha conhecida desde a infância (pausa para risos). Era um bichão enorme,  3 andares só de estacionamento, lanchonetes, várias lojas. Problema: tarifa compatível com todo esse serviço e comodidades durante  1 hora de travessia. Ainda bem que eles aceitavam cartão de crédito…

Homem de kilt tocando gaita de foles ao lado de totem - combinação estranha

Parlamento, Victoria

Parlamento, Victoria

Espero que vocês tenham gostado deste rolêzinho pelo Canadá, lindo país de povo simpático e acolhedor, apreciadores do “gingado brasileiro”.

 

Rochosas sobre Trilhos

Após visitar os parques de Jasper e Banff realizei um dos meus sonhos, a viagem a bordo do Rocky Mountaineer ( http://www.rockymountaineer.com ) através das Rochosas em direção a Vancouver, na Colúmbia Britânica. Foi sensacional, o percurso é feito em dois dias, com pernoite em Kamloops, hotel já incluído no  bilhete. Aqui, uma dica: as bagagens permanecem no trem, então separe coisas essenciais como roupa íntima e muda de roupa para o dia seguinte, para assegurar total conforto.

Abaixo, as imagens do percurso, que saudade!

Lá vamos nós, a 20 km/hora, para curtir e fotografar cada cantinho

Montanhas escandalosamente belas

Lake Louise

Rio Thompson

Rio Fraser

Notem a mudança na vegetação, é o semi-árido canadense.

A região de Kamloops, na Colúmbia Britânica, é semi-árida, o que me surpreendeu muito, não imaginava que houvesse esse tipo de clima e vegetação no Canadá. No trem a guia turística informou-nos que as temperaturas, no verão, às vezes chegam perto de 40º C (!!!), porém observei a média no Weather.com e verifiquei que fica em torno dos 30ºC, mas os invernos são rigorosíssimos.  A precipitação pluviométrica fica em torno de 33 mm, isto em dezembro, que é o mês mais úmido. No Rio de Janeiro, onde moro, a precipitação atinge o mínimo de 55 mm no mês mais seco. Porém Ashcroft, localizada a cerca de 90 km de Kamloops é ainda mais seca, com menos de 25,4cm de precipitação pluviométrica anual (contra cerca de 36cm da cidade vizinha). Só pra contrariar, na noite em que passamos lá caía uma chuva fininha.

Outra curiosidade, o nome Kamloops vem de “T’Kemlups”, que significa “encontro das águas” no idioma dos índios Shuswap. Esse encontro é o dos rios Thompson Norte e Sul. O passeio é repleto de informações e curiosidades, recebemos um jornalzinho informando-nos sobre cada parte do percurso, além de uma bela revistinha e um CD com lindas imagens das montanhas, rios e fauna da região.

Que delícia, rafting no Rio Fraser, queria ser bem corajosa pra embarcar!

Gostaram? Então dêem uma olhada no site e comecem a planejar. Mas não se esqueçam de me chamar, pois eu quero voltar, fazendo também um cruzeiro ao Alaska.

Até a próxima parada, que vai ser rapidinha mas beeem relaxante: Vancouver. Ah, e por favor, comentem! Vejam, ao lado, o selinho da campanha lançada pelo Rob Gordon, do ótimo blog Championship Vynil .

Comente, elogie se gostar, critique se não gostar, pergunte… você é a vida e a razão de ser deste blog, blogueiros não gostam de falar sozinhos, não!

Montanhas Rochosas

Crianças adoram esse espaço do West Edmonton Mall, tem até passeio de submarino!


 

Todo lugar que visitamos sempre nos reserva surpresas, e muitas vezes muita emoção. Deixamos a querida Québec de manhã bem cedinho num vôo da Air Canada rumo a Edmonton, aonde pegaríamos o carro alugado através da Canadá Turismo para conhecer as famosas Rochosas Canadenses . Muita expectativa, conheceríamos a rica província de Alberta, situada no centro do país , região de belezas naturais e hábitos culturais totalmente diversos daqueles que já havíamos vivenciado em Toronto e Québec.

Tínhamos sido aconselhados a ficar apenas uma noite em Edmonton, aonde realmente não há tanto o que conhecer, apesar de ser a capital da província de Alberta. Fomos ao   West Edmonton Mall , o maior shopping center do mundo. Nada demais, mas vale visitar. Eles têm, dentro do complexo do shopping, dois hotéis, parque aquático, muitas lojas legais, espaços temáticos charmosos e bastante diversão.

Na manhã seguinte, bem cedinho, pegamos a estrada na direção de Hinton, cidade próxima ao parque nacional de Jasper.  Fuçando na internet, quando planejava a viagem, descobri que a hospedagem em Hinton é muito mais barata do que em Jasper, e achei que valeria a pena, já que a própria estrada que liga as duas cidades ja é, em si, um passeio. Reservei o Holiday Inn com um bom desconto pois o fiz com bastante antecedência. Muito bonzinho, quarto imenso, com microondas, além do frigobar.

A caminho de Hinton, numa parada para um café, entramos num lugar que era um misto de bar e albergue, onde alguns moradores conversaram conosco, foi muito simpático e pitoresco.

Confraternizando...

 

Chegamos a Hinton junto com uma frente fria, chovia,  fiquei bem triste pensando que o passeio ficaria comprometido. Mas no dia seguinte o tempo abriu e  fiquei emocionada, pensando em quanta beleza Deus nos estava permitindo conhecer, a viagem transcorria maravilhosamente.

Observar os animais é parte da diversão.

A cor dos lagos é incrível - Banff.

Icefields Parkway

A caminho do Parque Nacional de Jasper, pela Icefields Parkway - dá vontade de ir a 20 km/h.

As Rochosas Canadenses são parte da enorme cadeia de montanhas que atravessa os Estados Unidos, estendendo-se até o México. No Canadá, atravessa  duas províncias, Alberta e Colúmbia Britânica, no oeste do país. Os parques nacionais de Banff, Jasper, Yoho e Kootenay foram declarados patrimônio da humanidade em 1985. Ficamos muito impressionados com a história da Canadian Pacific Railroad, a companhia ferroviária canadense, pelas dificuldades enfrentadas na sua construção, muitas vidas se perderam devido às condições climáticas adversas no rigoroso inverno canadense, onde os termômetros chegam a atingir -30°C. Banff, o parque mais antigo, data de 1883, ano da inauguração da ferrovia. O gerente da ferrovia, na época, notou que as fontes de águas termais recém descobertas na região seriam grande atrativo para os turistas e decidiu construir o Banff Springs Hotel em 1888. Penso que temos muito a aprender com os canadenses em termos de turismo… Eles recebem anualmente, somente na região das Rochosas, cerca de 5 milhões de turistas!

Johnston Canyon, Parque Nacional de Banff, ótima trilha, até eu fui!

Johnston Canyon 2ª cachoeira, são mais de 3 km de caminhada, mas vale a pena!

Toda feliz após ter visto de perto os cabritos monteses, sem saber que tinha trancado o carro com as chaves dentro...

 

 No próximo post vou contar sobre a realização de outro sonho – viajar de Banff a Vancouver a bordo do Rocky Mountaineer. Até!

Canadá – Um Sonho de Viagem 2

Parte 2 – Começando pela Costa Leste
  
 

 

Nossa viagem começou em Toronto, que já conhecíamos. Cidade agradabilíssima, muito cosmopolita, porém sem aquela agitação frenética das grandes metrópoles. É a maior cidade canadense, com cerca de 4 milhões de habitantes, centro financeiro do país, localizada na província de Ontario (por favor, nada de suprimir letras!). Nosso vôo pela Air Canada foi bem tranquilo, e ficamos muito contentes porque o hotel escolhido na CVC era bem localizado, porém num local silencioso e agradável, vejam:  

 

Hotel Quality Inn, entre Jarvis e Lombard Street, Toronto

 Da janela do hotel tínhamos uma linda vista, com muito verde.  

Da janela: catedral St James, muito verde e arranha-céus

Curtimos a cidade, visitamos a CN Tower, maior torre sem sustentação do mundo, aproveitamos a sua excelente gastronomia e alugamos carro para dar um pulinho em Niagara Falls. As cataratas são bem bonitas, gostaria de ter ficado até anoitecer para vê-las iluminadas, mas o pôr do sol acontece muito tarde no verão e estávamos bastante cansados, então desistimos. Mas fizemos o passeio no barco Maid of the Mist e fomos ver as esquisitices de Clifton Hill, uma rua ultra brega, a principal da cidade.  

Passeio nas cataratas a bordo do navio Maid of the Mist

"Chão de vidro" na CN Tower: a cidade a seus pés

Downtown Toronto: arranha céus e charme canadense

Tinha comprado na internet os tickets para a viagem Toronto/Québec pela Via Rail. Comprei 2ª classe pois já havia viajado dessa forma em 93 e tinha sido ótimo. Quando trocamos de trem em Montreal melhorou sensivelmente, mas o primeiro trem Toronto/Montreal na 2ª classe foi simplesmente horroroso, arrependi-me amargamente por não ter comprado 1ª classe!  

Outro aviso: caso você pretenda visitar Toronto no verão (fomos no final da primavera), acredite, realmente pode fazer bastante calor. Eu não tinha acreditado e só havia levado tênis e sapatos fechados. Resultado, tive que procurar uma sandália para o meu micro pé (pelos padrões canadenses), que fosse  bonitinha e não muito cara, e creia-me, foi muito difícil, as sandálias eram invariavelmente horríveis, grandes demais ou caras, isto quando não reuniam as 3 “qualidades”. Mas consegui, ufa!  

Acho mágica a chegada por trem a Québec, a estação é fofíssima. Ficamos hospedados no mesmo hotel da 1ª viagem, o Manoir Victoria, que tinha sido reformado recentemente; já era muito bom em 93, agora está bem melhor, e é na Côte Du Palais, bem na Vieux Québec, você caminha por todas aquelas ruazinhas absolutamente charmosas, para todo lugar que se olhe só se avista beleza.  

Vieux Québec, avistando-se Chateau Frontenac e Rio São Lourenço

A ville  de Québec,  única cidade murada da América do Norte,  situa-se na província de mesmo nome, a maior do país,  até bem pouco tempo  também a mais importante. A Nova França, fundada pelo grande navegador Samuel de Champlain nessa região do São Lourenço e da Baía do Hudson no início do século 17, tinha no comércio de peles, monopolizado a partir de 1670 pela Hudson’s Bay Company, a sua grande fonte de renda. Sua importância é tão grande que  o Canadá é um país bilíngue apenas por sua causa. A colonização francesa iniciada por Champlain foi finalmente encerrada após a Guerra dos Sete Anos, que culminou, em 1759, na famosa batalha das Planícies de Abraão, quando os ingleses, que já dominavam outras províncias no país, tomaram conta também de Québec.  Os québecois são extremamente orgulhosos de sua história,  sua língua e demais tradições. Durante muitos anos houve um movimento separatista, tendo ocorrido vários plebiscitos, até que depois do último deles, em que os contrários à separação ganharam por diferença apertadíssima, a Câmara dos Comuns do Canadá aprovou uma moção reconhecendo que “os quebequenses formam uma nação dentro de um Canadá unido.”   

Place Royale

 Visitando Québec, não deixem de alugar um carro para conhecer seus arredores. A natureza é muito exuberante. As fotos abaixo não estão muito boas, mas eu garanto que ao vivo é lindo.

Nossa, que saudade! Vocês já estão animados para comprar passagens e reservar hotéis? No próximo post, Montanhas Rochosas, até lá.

Cachoeira Montmorency (La chute Montmorency), arredores de Québec

 

Basílica de Sainte Anne de Beaupré, arredores de Québec (sec XVII)

 

Terrace Dufferin