Foz do Iguaçu econômico

Delícia o rodízio de peixes no Restaurante Dourado.

Delícia o rodízio de peixes no Restaurante Dourado.

Rio Paraguai, ops, Paraná, visto da janela do Restaurante Dourado.

Rio Paraguai, ops, Paraná, visto da janela do Restaurante Dourado.

No capítulo, ops, post anterior contei que cancelei bilhetes aéreos em 2012. Resolvi aproveitar meu crédito na Gol com uma super promoção para um destino que queria há muito conhecer: Foz do Iguaçu. Tinha um problema:  precisava ir num feriado e não queria pagar pacote em hotel, pois esse é um dos primeiros “mandamentos” em minhas viagens.

Café, pãozinho e doces = delícia.

Café, pãozinho e doces = delícia.

Lancei mão do velho truque de ir (ou voltar) um dia antes/depois do feriado em si, o que deu muito certo para as passagens. Mas nenhum dos hotéis econômicos com boas avaliações no Tripadvisor estava abrindo mão do famigerado pacote. Procura daqui e dali, me deparo com o Best Western Tarobá Express, bem localizado, no centro, bem avaliado e com preço ótimo – reservei rapidinho, ainda que meio com a pulga atrás da orelha, já que outros hotéis de mesmo nível e na mesma região estavam todos trabalhando somente com pacote.

Acomodação casal standard do Best Western Tarobá Express

Não me arrependi; embora não seja uma maravilha (lógico, é um hotel econômico), é muito limpo, oferece um café da manhã muito bom e se o atendimento não prima pela gentileza, pelo menos é correto. Recomendo, muito bom custoxbenefício.

Logo após nos instalarmos, fomos fazer um reconhecimento do local, já que só tínhamos programado atividades para o dia seguinte. Encontramos uma padaria bem simpática quase ao lado do hotel, e uma churrascaria bem próximo. Adoro padarias, e essa, além dos cafés, capuccinos, doces e salgados caprichados, também serve refeições ligeiras. Estava bastante frio, e café com docinho naquela temperatura caiu muito bem…

O dono da padaria nos deu algumas informações muito boas. Não havíamos alugado carro, e estávamos em dúvida se o faríamos ou não. Mas ele nos esclareceu que o terminal de ônibus ficava a 5 minutos a pé do hotel, e o deslocamento para as principais atrações turísticas seria muito fácil e econômico. Outra boa dica foi sobre um rodízio de peixes/frutos do mar no Restaurante Dourado, onde, além da comida gostosa, ainda desfrutamos de uma bela vista do Rio Paraná.

Caso você  opte por  não  alugar carro, hospedando-se no centro, poderá chegar a várias atrações de ônibus, a partir do terminal rodoviário, com segurança. Parque das Aves e das Cataratas, Itaipu Binacional são exemplos, além do próprio aeroporto, caso esteja viajando apenas com mochila ou mala de bordo, como nós. Mas por favor, não vá ao Restaurante Dourado de ônibus, pois você andará muito e num lugar nada agradável. Para chegar a Puerto Iguazú, na Argentina, onde há bons restaurantes/hotéis, cassino e o Duty Free, a maior parte dos hotéis oferece transporte gratuito em micro-õnibus/van. No nosso hotel, as saídas eram diárias, por volta das 17 horas, sendo necessário apenas agendá-la com alguma antecedência, no próprio dia. Também é possível chegar às cataratas do lado argentino de ônibus, mas me deu preguiça só escutar a explicação no terminal, teriam que ser dois ônibus e teríamos que aguardar um tempinho razoável no lado argentino. Contratamos, no hotel mesmo, um táxi que, por R$ 70,00, levou-nos até o parque, aguardando várias horas até terminarmos nosso passeio e levar-nos de volta ao hotel – achei um preço ótimo!

Portanto, se você está pensando em ir a Foz mas acha caro fazer os passeios de táxi ou não tem paciência de dirigir nas férias, fique tranquilo: o transporte público na cidade é eficiente e seguro. Economizar sim, mas sem perder o prazer! (parodiando Che…)

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Gastronomia BBB no Chile

Verdade seja dita, algumas opções são só BB. Importante que, numa visita ao Chile, tenhamos em vista que o custo de vida não é dos mais baratos, ao contrário, por exemplo, de Buenos Aires. Mas pude preparar meu orçamento direitinho, seguindo as dicas da Silvia Oliveira, do blog Matraqueando, a quem encomendei um guia personalizado. Vocês não fazem idéia de como é bom o trabalho dessa jornalista/travel writer!

Santiago

Para almoçar, bem pertinho do meu apart hotel, e exatamente ao lado do Hotel Vegas, um bistrô pra lá de simpático, comida gostosa e a bom preço, garçons atenciosos, o Resto Bar Pimienta. Bem no centro, bairro Paris-Londres, não abre para o jantar.

O peixe é ótimo, a pizza é uma "coisa"

 

O Pátio Bella Vista, no bairro de mesmo nome, pertinho do Cerro San Cristóbal também tem muitas opções para você fazer uma refeição completa, ou simplesmente saborear uma guloseima, um sorvete, em meio a várias lojinhas de artesanato… Eu almocei no Café del Teatro e gostei. À noite o Pátio fica lotado, é outro clima, com shows, muita animação.

Patio Bella Vista

 

Cafe del Teatro, decoração descolada, comida gostosa

Gostamos também do Del Cocinero Bistrô, no bairro da Providencia, embora, sinceramente, ele tenha ficado um bocadinho aquém da minha expectativa. O lugar é uma gracinha, pena que não tenha tirado uma foto sequer, e o atendimento é simplesmente fantástico, mas a comida não foi tudo o que eu esperava, embora estivesse muito boa. E tem certas coisas que só acontecem mesmo comigo, vocês acreditam que a cadeira onde sentei estava com um defeitinho e eu consegui machucar meu dedo quando resolvi puxá-la um bocadinho para a frente? Pois é, sem comentários, às vezes sou muito desastrada.  Olha aqui as resenhas do Tripadvisor  para o Del Cocinero.
Deixei o meu queridinho, a melhor experiência, por último: Como Água para Chocolate. Tudo, tudo, absolutamente tudo foi perfeito naquela refeição, experiência fantástica, lindo ambiente, música excelente, garçons atenciosos, comida deliciosa, e tudo por um preço MUITO razoável, o equivalente a R$ 110,00!!

Como Água para Chocolate, comida fantástica e muita animação

A famosa mesa-cama

 

Atenção para este aviso: caso você esteja no centro de Santiago e veja um restaurante chamado Piccola Itália, fuja!! Isto mesmo, nunca vi nada tão horroroso em toda a minha vida, atendimento, comida, nada, absolutamente nada vale a pena ali. Não sou só eu quem diz, veja as críticas no Tripadvisor. Pois é… Só pra esclarecer, a Sílvia não recomendou esse horror, fui por minha conta e risco,  era pertinho do hotel.

Puerto Varas

Pertinho do meu hotel, o Weisserhaus, que mais parece uma pousada, muito aconchegante, encontrei o Caffé el Barista. Tortas e bolos maravilhosos, além de quiches com salada verde, ou lasanha, para aquela refeição rápida e super gostosa. O ponto negativo é que o fumo é permitido ali dentro – nada é perfeito…

 Mediterrâneo, um dos restaurantes recomendados pela Sílvia no guia, é simplesmente sensacional –  além do atendimento super atencioso e comida deliciosa, a vista é de tirar o fôlego, é só clicar no link acima e você verá belas imagens e informações no site. A foto abaixo mostra a vista que se tem do restaurante.

Lago Llanquihue, vulcão Osorno ao fundo.

 

Restaurante Ibis, indicação do sr. Jorge, dono do Hotel Weisserhaus, para a nossa última noite em Puerto Varas, outro imperdível. Aliás, comer bem em Puerto Varas é  fácil, há vários restaurantes e bistrôs da mais alta qualidade.

Puerto Varas, Santiago… ah, quero voltar!!!

Roteiro musical

Todo ano é a mesma coisa: quando começo a olhar a minha listinha de lugares “a conhecer” e tento decidir quais serão os escolhidos para aquele período, páro, penso, pesquiso, converso com o marido, leio diversos blogs e… empaco. Pobre sofre!!

Este ano coloquei na minha cabeça que meu roteiro partirá do meu desejo de assistir a algum festival de música clássica na Europa. Já vi muitos roteiros gastronômicos, os jovens fazem intercâmbios para aprender ou aperfeiçoar uma língua estrangeira, enfim, não deve sequer ser novidade esse tipo de roteiro que desejo planejar.

Problema: faço questão de fazer tudo sozinha, isto é, sem a ajuda de agências de viagem. Perguntei a amigos musicistas sobre festivais europeus de música clássica e conferi no nosso amigo google e parece-me que o mais viável, não somente pela excepcional localização mas pela época (meados de setembro a outubro, baixa estação), é o que acontece na cidade francesa de Besançon , na região de Franche-Comté.

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Neste mapa, que é o início do meu planejamento, há três cidades e duas não fazem parte do roteiro musical, Dijon e Beaune; mas afinal, já que estamos na região da Borgonha, por que não conhecê-las? Entre estas cidades existem várias vilazinhas medievais maravilhosas. Claro que eu já apelei para a “ajuda dos universitários” neste post do Viaje na Viagem.

E já que é um roteiro musical, por que não incluir Viena? Como a Áustria não faz fronteira com a França, não seria uma boa idéia escolher algumas cidades alemãs para visitar? Já vi que, desse jeito, 30 dias não serão suficientes. Bem, agora começa a pesquisa pra desenvolver o roteiro e torná-lo viável e prazeroso, com o melhor custo/benefício possível.

Alguém se oferece para me ajudar?

Que 2011 traga roteiros maravilhosos para todos!

Canadá – um Sonho de Viagem

Parte 1 – Planejamento

Doze anos após a primeira viagem, em 1993, em que conhecemos 3 cidades da costa Leste (Toronto, Montreal e Québec), resolvemos nos presentear com uma visita mais abrangente ao maravilhoso Canadá.

O planejamento teve seus contratempos, contei com o apoio da CVC, que na verdade não ajudou em quase nada, e somente após descobrir a Canadá Turismo na internet    www.canadaturismo.com.br é que conseguimos realmente destrinchar a viagem. Pelo roteiro sugerido pela CVC iríamos a Calgary, o que foi desaconselhado pela Canadá Turismo. Não me arrependi, acho que evitei uma cidade pouco turística. Sozinha eu reservei o hotel de Hinton (cidade próxima a Jasper, e bem mais econômica), um Holliday Inn básico e confortável, e também comprei nossas passagens de trem (Via Rail) de Toronto a Québec, já que cismei que não queria ir a Montreal (nem eu entendi…)

Nosso roteirinho ficou assim:

Começamos em Toronto, passando pela província de Alberta, e acabamos em Vancouver. Comece clicando em Toronto, depois Québec e continue até chegar a Vancouver. Você tem que mover o mapa para a esquerda (pois começamos em Toronto e Québec, costa leste, passamos por Edmonton e Montanhas Rochosas, na província de Alberta, centro do país, e fomos até Vancouver e Victoria, na Colúmbia Britânica, costa oeste do Canadá). Este é o googlemaps, ao qual fui apresentada através do excelente post do Fred .

É interativo, você pode colocar o nome de diversos locais que serão citados nos próximos posts, é divertido!
Começo aqui a matar, ao menos virtualmente, as saudades do maravilhoso Canadá.

Ciao Itália

No excelente blog Abrindo o Bico, da querida Marcie, (veja no blogroll ao lado o link) fiz um relato de minha recente viagem à Itália.

Já que inaugurei blog próprio, transcrevo aqui o texto, lembrando que algumas  fotos/legendas são diferentes.

Após um gostinho da Europa ano passado, quando conhecemos Paris e Madri no finalzinho do inverno, eu e o marido resolvemos conhecer algumas cidades da Itália.

Na verdade, esta viagem deveria ter sido feita somente no ano que vem, pois meu filho casou-se agora em setembro e a despesa, bem como o stress, foram medonhos… Mas quando eu coloco um plano na minha cabecinha, não sossego – e afinal de contas, era pra comemorar minha aposentadoria!

Solução encontrada: mochilão “chic”!

Foram quase três semanas (demos uma passadinha de 4 dias em Paris pra matar as saudades) em que provamos que, definitivamente, a vida começa aos 40, pois nossa vitalidade foi de adolescentes.

Depois de ter conhecido o charme do inverno parisiense, foi muito bom rever a cidade numa temperatura agradável para nós, brasileiros, e não ter compromisso de conhecer lugares, e sim desfrutar da cidade do modo mais slow possível.

Adoro os Cafés parisienses...

Adoro os Cafés parisienses…

Chegamos a Veneza, primeiro destino da nossa temporada italiana, pela Air France. Estávamos tão deslumbrados com a cidade que nem nos importamos tanto com a caminhada de uns 15 minutos até o hotel, arrastando as malas pelas pontes e ruas acidentadas. Veneza é uma cidade realmente fascinante, como você pode ver por aqui:

Anoitecer em Veneza...

Anoitecer em Veneza…

Foi com certeza a cidade em que melhor comemos na Itália. Nossa alimentação é à base principalmente de peixes e saladas, então fizemos a festa. Primeiro jantar, chegamos à trattoria indicada pela recepcionista do hotel, Ae 3 Soree, bem típica, garçonetes falando muito pouco inglês. Olhei o cardápio e descobri pesce a la griglia (grelhado), preço razoável – 24 euros para duas pessoas. Pedimos contorni (acompanhamentos, legumes) e insalata, felizes da vida. Só que a porção para dois na verdade serviria uns quatro: três peixes enooooormes, atum e polvo. Tudo bem, valeu a lição, aprendemos logo em nossa primeira refeição que os italianos são fartos, as porções são muitas vezes suficientes para dois, então em várias ocasiões dividíamos alguma coisa. Outra trattoria BBB que experimentamos foi a Casa Mia, onde comi um salmão maravilhoso.

Gente, vou ter que confessar. Amei Veneza mas depois de algum tempo andando, ( porque – sim, nos 2 dias em que ficamos lá conseguimos a façanha de nos perder em TODAS as vezes em que deixamos o hotel), a coisa começava a me irritar, ou melhor, os meus pés é que gritavam.

Pausa para foto... e descanso!

Pausa para foto… e descanso!

Segundo destino, Dolomiti, vilinha de Ortisei (copiado do roteiro do

HPIM3302

Ortisei vista da varanda de nosso hotel

Chegamos à cidade junto com uma frente fria, devia estar uns 10º C, e chuviscava. Bem na nossa frente, o Café Haiti, local de um tremendo momento Ofélia. Pedi capuccino com panna, pois queria uma coisinha leve pra poder jantar mais tarde. Veio o capuccino e eu fiquei aguardando, certa de que panna era pão – tolinha…

Teve um outro mico bem básico, não imprimi o e-mail de confirmação da reserva do B&B, feita com 6 meses de antecedência, e não sabia o nome da rua do hotel. E ninguém conhecia o Garni Rives por ali. Coisas de adolescentes…

Fomos em seguida a Florença, lugar adorável, onde aproveitei também pra conhecer Siena e Pisa. Siena é muito bem preservada, ruelas e becos nos transportam para o passado, vejam:

Siena

Siena

Visitando Florença, não deixem de ir à Piazza Michelangelo, apreciar sua bela vista da cidade, e relaxar. Tem ônibus que deixa lá em cima, mas se você tiver disposição vá a pé mesmo, é gostoso. Só conto pra vocês que essa minha temporada na zoropa fez o que seis meses de dieta não tinham conseguido… Falando em comida, duas indicações de restaurante, a Antica Trattoria da Tito (Via San Gallo, 112), próxima à Piazza San Marco, super típica, ambiente pra lá de alegre, garçons atenciosos, comida boa e barata. Para almoço, próximo à Piazza Michelangelo, tem o Zoe (Via dei Renai, 13), decoração jovem e clean, serviço bem rápido.

Finalmente, Roma, que já começou bem por ter sido a primeira estação de trem onde conseguimos carregador, nas outras não vi nem carrinho para as malas, caramba! Toda vez que estava nas estações de trem da Itália tinha saudades da organização e limpeza do Canadá. Banheiros das estações de cidades menores sempre meio sujinhos.

Amei Roma, suas piazzas e fontanas grandiosas (pena que esteja tudo tão lotado sempre, dia e noite), o Museu do Vaticano foi o de que mais gostei nessa viagem, dentre tantos maravilhosos.

Coliseu

Coliseu

HPIM3774

Piazza Navona, lindas fontes

Pra fechar a viagem, momento Ofélia total na cantina ao lado de meu hotel, onde fui pedir um café da manhã tardio (eram 11 h). A moça, romena, falava pouco inglês e euzinha queria aproveitar para utilizar minhas palavrinhas em italiano, então pedi formaggio, caffe latte, succo di arancia e panne, ao que ela me informou não ter pão, daí soltei esta: “un cornuto”. E ela foi tão legal que corrigiu pra corneto sem rir…

Impacto

Primeira vez em Paris. O olhar encanta-se com tanta beleza.  Quartier Latin, em frente à Sorbonne, local do simpático hotel escolhido para a estadia, é perfeito. A poucos passos , o Sena, a Conciergerie, a Notre Dame, o Palácio de Justiça com a Saint Chapelle.

Sena fotografado da janela do Louvre

Detalhe da Conciergerie, às margesn do Sena

Simetria na paisagem invernal do Jardim de Luxemburgo

Museu de Cluny, atualmente denominado Museu Nacional de Moyen Age

As paisagens parisienses encantam, já os museus e igrejas são puro deleite.

O Museu Rodin é bastante relaxante, pois podemos apreciar várias obras em seus maravilhosos jardins. Rodin viveu nessa mansão, o Hôtel Biron, de 1908 a 1917, ano de sua morte. Em troca do apartamento e estúdio, de propriedade do Estado, o artista legou ao país a sua obra, hoje exposta no museu.

Jardins do Museu Rodin, obra O Pensador, Dôme ao fundo

Após a visita, quis seguir à risca o meu planejamento e almoçar num restaurante recomendado no Guia Visual da Folha. Detalhe: este ano, em minha segunda viagem, já não tinha muitos planos, bem mais  relax… ô coisa boa! Bem, o marido olhou o mapa (sua especialidade) e disse-me que o tal do restaurante era perto. Resultado: caminhada de quase uma hora, e quando finalmente chegamos,  estava fechado. Fracasso total, não? NÃO, absolutamente não! Olha o que avistamos, com muita emoção (não estava no esquema) no caminho:

Torre Eiffel

Bem ao lado do tal restaurante fechado encontrava-se uma créperie minúscula. A fome apertava, eram mais de duas da tarde… Entramos. Lugar simpaticíssimo, tipicamente francês, acho que não vai um turista sequer, administrado por uma família em que só o pai fala um pouquinho de inglês. E os crepes, tanto doces quanto salgados… huuuummm! Infelizmente não me lembro o nome e não vi cartão do lugar.

Moral da história: vitória do improviso sobre  o planejamento sem graça, lição que ficou para as minhas viagens seguintes. Devemos restringir ao mínimo nossas agendas para o dia a dia da viagem.  Caminhar, relaxar, apreciar e aceitar todo o impacto, positivo ou negativo, que apareça pelo caminho.